Recorde as incidências da partida
A 14.ª do ranking mundial, que disputou no sábado, na Alemanha, a sua primeira final em relva aos 28 anos, recebeu uma massagem no pé direito, junto ao tornozelo, antes de abandonar o encontro quando já perdia por um set frente à checa Karolina Muchova (9.ª).
Dupla vencedora do Open da Austrália e do US Open, Osaka conseguiu ainda assim treinar no domingo em Wimbledon, onde nunca ultrapassou a terceira ronda (em 2017, 2018 e 2025).
A sua próxima adversária será a colombiana Emiliana Arango (97.ª) ou a russa Anastasia Gasanova (225.ª).
Entrando no court com um vestido branco que fazia lembrar um quimono e flores brancas no cabelo, Osaka voltou a aproveitar a visibilidade proporcionada por uma primeira ronda de um Grand Slam para apresentar um traje fora do comum.
Depois de ter usado um véu e um chapéu com uma borboleta no Open da Austrália, e um vestido dourado em Roland-Garros, a japonesa voltou a surpreender, sempre respeitando o rigoroso código de vestuário de Wimbledon, que exige aos jogadores que vistam quase exclusivamente branco.
No court, o primeiro set rapidamente caiu para o lado de Osaka, depois de conquistar o terceiro jogo, que foi especialmente disputado.
No segundo parcial, foi Jacquemot quem conseguiu o primeiro break, chegando a liderar por 3-0 e depois 4-1. No entanto, a japonesa igualou para 4-4 e selou a vitória ao voltar a quebrar o serviço da francesa quando o marcador estava em 5-5.
