Acompanhe as incidências do encontro
Após oficializarem o ponta de lança Arnel Jakupovic, oriundo dos croatas do Osijek, na quarta-feira, os minhotos confirmaram o médio ofensivo Alanzinho, que sobressaiu no vizinho Moreirense, e o defesa Borevkovic, de regresso, por empréstimo dos turcos do Samsunspor, na sexta-feira, dia em que encerrou a janela de transferências de verão.
“O mercado fechou em Portugal. Ainda há mercados abertos e a possibilidade de jogadores saírem. O plantel está muito próximo de estar fechado. Fiquei satisfeito pelo facto de não termos perdido jogadores e com as contratações, pelo facto de conseguirem aportar qualidade e experiência”, assumiu, na conferência de imprensa de antevisão ao desafio marcado para domingo, às 18:00.
O técnico, de 37 anos, realça que o avançado, de 28 anos, tem “capacidade para jogar em apoio e para diagonais nas costas da defesa” e ainda “boa capacidade de finalização”, que o médio, de 26, vai acrescentar “imprevisibilidade e criatividade”, além de perigo nas bolas paradas, e que o central, de 29, vai acrescentar “liderança, experiência, capacidade de jogo aéreo e agressividade”.

Com as derradeiras contratações de verão, que elevaram o número de reforços no defeso para nove, e a ausência de saídas, a não ser de elementos que já tinham sido dispensados, o Vitória passa a contar com um plantel de 28 elementos, que Tiago Margarido recusa ser excessivo.
“Como treinador, tenho a filosofia de que mais vale a mais do que a menos. A época é longa. Vai haver lesões e suspensões. Teremos de estar apetrechados para a época que vamos ter pela frente. Sete médios é o número que julgo ideal. Quanto aos centrais, o Toni foi uma oportunidade de mercado, o que nos configura a possibilidade de jogarmos com três centrais”, esclareceu.
Do derradeiro trio de reforços, o dianteiro de nacionalidades austríaca e bósnia é o único disponível para o encontro de domingo, no qual os vitorianos ambicionam fazer mais do que na derrota de segunda-feira, com o vizinho e rival SC Braga (1-0), sobretudo no ataque.
Receba todas as notícias sobre as suas equipas e jogadores favoritos!
Transferências, notícias, entrevistas: ative as noficações para os artigos sobre os seus jogadores e equipas favoritas.

“No último jogo, não tivemos a produção ofensiva que pretendíamos. Apesar de termos dividido o jogo e o mesmo ter sido definido num detalhe, queríamos mais a nível ofensivo. No próximo, iremos ter um futebol ofensivo mais acutilante. As dificuldades serão diferentes. A equipa quer dar uma resposta”, salientou.
Convencido de que os gansos valem mais do que as quatro derrotas nas quatro primeiras jornadas, sem qualquer golo marcado, até pelo que produziram na derrota caseira com o Moreirense (0-1), o timoneiro vitoriano alerta também que os casapianos têm vantagem histórica em Guimarães, tendo vencido três dos quatro jogos para a Liga.
“É uma equipa que tem saldo positivo contra o Vitória. O Vitória tem uma vitória, três derrotas e quatro empates. O objetivo é quebrar esse ciclo. Será um jogo com dificuldades históricas. E o nosso adversário vale mais do que os pontos que tem”, declarou.

O Vitória de Guimarães, 12.º classificado da I Liga portuguesa, com três pontos, recebe o Casa Pia, 18.º e último, com zero, em partida marcada para domingo, às 18:00, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, com arbitragem de Gustavo Correia, da associação do Porto.
