No total, apontou 661 pontos distribuídos por 34 jogos.
O Troféu Alphonso Ford é o único prémio da pós-temporada atribuído exclusivamente com base nas estatísticas. E Vezenkov foi o melhor, um marcador incansável e compulsivo que superou nessa corrida Kendrick Nunn, do Panathinaikos, que terminou com 19,0 pontos, e Nadir Hifi, do Paris Basketball, que ficou nos 18,9.
Dois dígitos noite após noite
Vezenkov atingiu os 10 ou mais pontos em 33 dos 34 jogos em que participou e chegou aos 20 ou mais em 19 ocasiões. Tudo isto com excelentes percentagens de eficácia no lançamento. Houve alturas em que esteve muito perto de ultrapassar o 50-40-90, com 62,5% em lançamentos de dois pontos, 39,6% em triplos e 89,2% da linha de lance livre.
Com este segundo prémio, Vezenkov retira o trono ao já referido Nunn, ao mesmo tempo que se junta ao grupo dos que conquistaram pelo menos duas vezes o Alphonso Ford, como o próprio jogador que dá nome ao troféu (faleceu de leucemia em 2024), Igor Rakocevic, Keith Langford e Alexei Shved.
