O jogador do Arsenal está de regresso à seleção brasileira para os primeiros jogos particulares desde o Mundial, onde os pentacampeões mundiais assinaram a sua pior prestação num Campeonato do Mundo desde o torneio italiano de 1990, quando caíram na mesma fase da competição.
A Canarinha vai defrontar a Austrália, sexta-feira, em Townsville, e na próxima terça-feira, em Brisbane, seguindo-se a Índia, a 3 de outubro, em Calcutá.
"Se tivesse outro penálti e fosse eu o escolhido para o marcar, não me esconderia. Voltaria a marcá-lo mil vezes se fosse preciso, porque vestir esta camisola significa tudo para mim", acrescentou o jogador numa conferência de imprensa em Brisbane, local de concentração da equipa de Carlo Ancelotti.
"Falhar um penálti faz parte do futebol, mas nunca estás preparado quando acontece. É uma ferida, é uma cicatriz, e ainda dói", mas "é preciso aprender com os erros", explicou Guimarães sobre o seu remate falhado quando o resultado estava 0-0.
O médio do Arsenal respondeu ainda às críticas dirigidas a Vinicius Jr, por não ter sido ele a marcar esse penálti. "Fui eu quem foi designado para marcar", sublinhou o médio.
Carlo Ancelotti explicou, de facto, após o encontro, que tinha escolhido, tendo em conta as estatísticas dos jogadores nos penáltis, entregar essa responsabilidade "primeiro a Neymar, depois Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Martinelli". Os dois primeiros não estavam em campo na primeira parte.
Este regresso à seleção coincide com a sua contratação pelo Arsenal proveniente do Newcastle, numa transferência avaliada pela imprensa em 87,5 milhões de euros. "Estou muito focado (...). Quero deixar a minha marca" no clube londrino, afirmou.
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