“Sinto-me bem. Estou feliz por estar de volta a Portugal. Há muitos anos que não vinha aqui. Tenho memórias incríveis, especialmente de vencer o título. Estou muito feliz e feliz de poder jogar mais uma vez aqui”, começou por afirmar, em conferência de imprensa.
O helénico ocupa atualmente a 117.ª posição no ranking ATP, mas já foi número três mundial, e no regresso ao ATP 250 português vai ter como primeiro adversário o argentino Roman Burrachaga (67.º ATP).
“Cheguei no sábado à noite e treinei hoje. Acho que vou jogar na quarta-feira, então tenho um dia de treino para me preparar e elevar o nível. No geral, estou a jogar bom ténis e sinto-me bem. Sei que cada jogo é um novo desafio, especialmente agora. Nunca joguei contra ele, por isso vai ser interessante defrontar um novo jogador”, comentou Wawrinka.
Caso ultrapasse Burrachaga, o campeão do Open da Austrália (2104), de Roland Garros (2015) e do Open dos Estados Unidos (2016) vai defrontar o anfitrião Nuno Borges (52.º ATP), caso este supere o primeiro desafio frente ao brasileiro Orlando Luz.
O Estoril Open faz parte da digressão de despedida de Stan Wawrinka, de 41 anos, que vai disputar o último torneio de terra batida da carreira em Portugal.
“Sei que cada torneio que escolho jogar, é a última oportunidade que tenho de desfrutar, por isso tento aproveitar ao máximo. Também tento esforçar-me ao máximo para manter um bom nível e vencer o maior número possível de encontros este ano. Até agora, foram seis meses bons, com muita emoção e bom ténis, e espero continuar nessa direção nos próximos meses”, avançou.
Apesar de estar a fazer a digressão de despedida, o suíço ambiciona manter o bom nível competitivo e ganhar o maior número de encontros possíveis para encerrar a carreira em bom plano.
“Para mim, o mais importante ao entrar nesta temporada era continuar a tentar atingir o meu melhor nível, tentar evoluir a cada dia para alcançar o melhor nível possível, atendendo à minha idade e toda a trajetória. Tenho apresentado um bom ténis e feito bons encontros, mas infelizmente alguns pontos decisivos não caíram para o meu lado”, confessou Wawrinka, derrotado no último encontro, em Gstaad, pelo português Jaime Faria.
