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Antevisão: "É o jogo mais complicado. Sabíamos, desde o sorteio, isso. É a equipa mais próxima de nós no ranking, na casa dela, numa data que não nos favorece. Mas nada pode servir de desculpa para a nossa ambição e a nossa vontade de vencer os seis jogos a que nos propusemos, subir à Liga A e preparar para competir para ir ao Campeonato do Mundo".
"Nada está garantido, vamos jogar contra uma equipa boa e organizada. Temos de vir fazer o que nunca foi feito, que é vir aqui vencer. Não queremos ter desilusões".
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Finlândia mais exposta: "Vão procurar entrar muito fortes no jogo e será muito em função da nossa capacidade de reação. Acima de tudo, temos de procurar ser iguais a nós próprios, procurar ter bola, dominar e controlar. Saber que vai ser um jogo onde vai haver oportunidades para os dois lados. Muito equilibrado e nunca perder a identidade".
Gestão física: "Temos falado muito sobre isso, não só nestes jogos, mas em todo o apuramento. Temos conseguido rodar de jogo para jogo. É tão importante quem começa como quem termina. Amanhã será um jogo de 90 minutos e não é apenas os primeiros 30 minutos".
Relvado sintético: "Teremos de fazer a nossa adaptação. Infelizmente, não tivemos autorização para treinar neste relvado ontem. Não é o que mais gostamos, mas não é desculpa. Fazemos hoje treino de adaptação, é um relvado que, sem água, fica lento e, se tiver, fica mais rápido. Teremos de esperar pela reunião técnica para perceber que condições vamos encontrar. Temos de pensar nesses detalhes".
