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LaLiga: Valência já está em ebulição mesmo antes do arranque da época 26/27

Momentos antes do início do Troféu Naranja, com um minuto de silêncio por Suco, antigo jogador do Valência
Momentos antes do início do Troféu Naranja, com um minuto de silêncio por Suco, antigo jogador do ValênciaREUTERS/Pablo Morano

O Troféu Naranja, no qual o Valência perdeu 1-2 frente ao Newcastle, mostrou que não há tréguas nem sequer no período de verão entre os adeptos, o clube e o plantel.

Longe de acalmar o ambiente estando ainda em pré-época e sem a pressão dos resultados, nem o avanço das obras do Novo Mestalla, fundamental para o futuro do clube, conseguiu atenuar a ferida profunda no valencianismo.

A falta de reforços é evidente. Frente ao Newcastle, Corberán, a quem se pede insistentemente a demissão desde a bancada, colocou o esquerdino Jesús Vázquez a lateral-direito. Não havia alternativa. Chegaram De Haas (ex-Famalicão), Aliou Dieng e Ryu Sato, além de garantir a continuidade de Guido Rodríguez. Mas faltam jogadores de faixa e não só na defesa. E são precisos mais elementos de qualidade noutras posições, naturalmente.

Se a isso juntarmos uma pré-época irregular em termos de rendimento, com três derrotas, um empate e duas vitórias – frente ao Eldense e ao Derby County –, e a presença na tribuna de Lim (Kyat, filho de Peter) após muito tempo, o concerto de assobios e vaias durante e após o jogo frente aos magpies era previsível.

O plantel pediu mais apoio, a direção confiança, mas a paciência dos adeptos esgotou-se há muito, como voltou a ficar claro no Troféu Naranja.

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