Kevin Lamour, que rompeu com os diretores de topo do organismo máximo do futebol mundial no mês passado e emitiu um comunicado contundente a criticar Infantino pelos planos, deixou o cargo de diretor de operações da FIFA na segunda-feira.
A UEFA tem sido uma crítica vocal de Infantino e a Federação Inglesa de Futebol também retirou o seu apoio ao presidente da FIFA.
"Este é um problema criado pela própria FIFA. Isto é uma ferida autoinfligida. A organização carregou no botão de autodestruição e as consequências disso refletem-se agora nas soluções que é preciso encontrar. Não acho que a FIFA deva alguma vez ponderar vender uma participação no Mundial. São uma organização sem fins lucrativos. Devem realmente guardar essa competição em confiança para o futuro do futebol", afirmou Masters à BBC.
"Acho que é uma má ideia e a FA tomou a posição correta em relação ao Gianni", acrescentou.
Quanto a um possível rival de Infantino, que se recandidata no próximo ano, Masters disse: "Penso que um candidato de unidade emergente deve incluir na sua agenda a reforma da FIFA e, talvez, até a reforma do papel do presidente e da forma como este interage com essas questões".
