Haaland baixa expectativas frente ao Brasil: "As nossas hipóteses são muito reduzidas"

Haaland garantiu a vitória da Noruega sobre a Costa do Marfim
Haaland garantiu a vitória da Noruega sobre a Costa do MarfimREUTERS/Hannah Mckay

Erling Haaland reconheceu que a Noruega terá uma tarefa muito difícil diante do Brasil, nos oitavos de final do Mundial, marcados para o próximo domingo, dia 5. O avançado projetou o encontro depois de marcar o golo da vitória frente à Costa do Marfim.

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"O Brasil é o grande favorito", afirmou Haaland ao canal norueguês NRK.

Apesar do discurso cauteloso em relação ao próximo encontro, o avançado enalteceu o feito da Noruega, que alcançou a primeira vitória da sua história numa fase a eliminar de um Campeonato do Mundo.

"É algo grandioso, uma loucura. É bonito perceber o quanto isto significa para toda a Noruega. Acredito que vai mudar o país para sempre", festejou Haaland.

A modéstia do avançado, porém, não é totalmente partilhada pelos companheiros de equipa. O capitão norueguês, Martin Odegaard, antevê um desafio exigente, mas garante que a seleção nórdica estará preparada.

"Será um jogo difícil para as duas equipas. No futebol, tudo é possível. Vamos tentar", afirmou.

Nusa otimista

Autor do grande golo que abriu o marcador frente à Costa do Marfim, Antonio Nusa mostrou confiança para o duelo com o Brasil e procurou retirar pressão ao encontro.

"Estamos aqui por mérito, porque vencemos e temos uma boa equipa. Tudo pode acontecer. É apenas um jogo", afirmou o avançado do RB Leipzig.

Nusa marcou um golaço no triunfo da Noruega
Nusa marcou um golaço no triunfo da NoruegaREUTERS/Hannah Mckay

Já o selecionador da Noruega, Stale Solbakken, evitou comentar o próximo adversário e preferiu destacar o triunfo nos 16 avos de final. Em 1998, esteve no banco no único encontro entre noruegueses e brasileiros em Campeonatos do Mundo, ainda como jogador, numa partida que terminou com vitória da Noruega por 2-1.

"Há uma grande diferença entre ser jogador e ser treinador num Campeonato do Mundo. Ser jogador é divertido; ser treinador, nem tanto. Essa é a principal diferença", comentou Solbakken.