A FIFA atendeu ao pedido das federações nacionais, para quem a realização do campeonato no México, nos Estados Unidos e no Canadá implica custos mais elevados com viagens e alojamento.
"Estamos na melhor situação financeira de sempre, por isso podemos ajudar os nossos membros", afirmou o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Inicialmente, cada seleção participante tinha garantido pelo menos 10,5 milhões de dólares, mas agora receberá 12,5 milhões. O vencedor do Mundial-2026, de onde a FIFA espera receitas na ordem dos 11 mil milhões de dólares, receberá 50 milhões de dólares.
O Conselho da FIFA aprovou ainda outra alteração às regras. Devido ao alargamento do campeonato de 32 para 48 seleções, os cartões amarelos vão passar a ser apagados em duas fases – após a fase de grupos e depois dos quartos de final.
Já na terça-feira, a FIFA aprovou a possibilidade de mostrar cartão vermelho aos jogadores que abandonem o relvado em protesto contra uma decisão do árbitro. Também podem ser expulsos os futebolistas que tapem a boca durante uma confrontação com o adversário, na chamada "Lei Prestianni".
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