García Plaza antes de receber o Real Madrid: "Se não fizermos um grande jogo, vamos perder"

Luis García Plaza, no jogo frente à Real Sociedad
Luis García Plaza, no jogo frente à Real SociedadJOSE LUIS CONTRERAS / NURPHOTO / NURPHOTO VIA AFP

O treinador da casa, Luis García Plaza, falou à comunicação social na antevisão do encontro entre o Sevilha e o Real Madrid, referente à 37.ª jornada da LaLiga.

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O antigo treinador do Levante e do Deportivo Alavés tem consciência de que a sua equipa ainda não garantiu a manutenção e que é preciso esperar. A boa notícia para os hispalenses é que estão numa situação ideal e até podem alcançar matematicamente o objetivo já este sábado. O técnico faz a seguinte análise sobre a luta pela permanência, embora tenha abordado outros temas:

Estado físico do plantel: "Ainda estamos a recuperar, ainda faltam 48 horas para o jogo. Há jogadores cansados, como o Castrín, que não tinha recuperado totalmente para o jogo com o Villarreal. Amanhã saberemos mais. Haverá algumas alterações tendo em conta as situações que temos vindo a ter".

A um passo de garantir a permanência: "Quando te chamam é porque as coisas não estão bem. Lideramos pessoas para além da tática. No início foi estranho e todos fomos crescendo. Não está feito, não estamos salvos. Agora só existe Real Madrid e Real Madrid. Mais um autêntico manicomio no nosso estádio e temos de levar o jogo de vencido. Não podemos relaxar nem um minuto. Precisamos de todos, no domingo temos de ir a fundo para garantir a permanência. Estamos perto, mas ainda não está feito".

Perigos do adversário: "Têm alguns dos melhores jogadores do mundo e, mesmo que estejas bem, um jogador pode resolver sozinho. Temos de estar conscientes de que estão lá, mesmo que a época não lhes tenha corrido bem. Marcam-te dois golos sem dares por isso e adeus ao jogo. Se não fizermos um grande jogo, vamos perder. Custa-nos imenso ganhar a qualquer equipa. Oxalá consigamos somar a quarta vitória e alcançar o objetivo. O jogo tem todos os ingredientes, mas continuamos no mesmo modo de sobrevivência de sempre".

"Não tenho receio de colocar ninguém"

Bom desempenho ofensivo: "Marcámos vários golos nos últimos jogos e foram repartidos por muitos jogadores. Oxalá marque o Akor ou quem quer que seja. Isto é um trabalho coletivo. A equipa esteve muito bem em Villarreal. É preciso criar oportunidades. Qualquer um pode estar lá e todos têm de contribuir. O importante é criá-las".

Sem olhar ao bilhete de identidade para as escolhas: "Não tenho receio de colocar ninguém. O Alexis já fez três segundas partes a dar-nos tudo o que precisamos. Não me importa a idade, sejam veteranos ou jogadores da formação. Estão a crescer e isso é de valorizar. Sentem o Sevilha e, quando as coisas correm mal, sofrem muito".

Atitude: "Em Pamplona vi que estes jogadores tinham alma e que lhes estava a doer. É preciso fazer as coisas assim para que o futebol nos sorria. No dia do Espanyol, o futebol devolveu-nos isso. Temos de ser capazes de terminar o ciclo e olhar para o futuro com otimismo. É preciso ganhar ou somar pontos, nada me desvia desse objetivo; ainda não está feito".

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