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Yannick Cahuzac é o treinador interino do Lens e poderá defrontar o Sporting

Yannick Cahuzac em conferência de imprensa esta quinta-feira
Yannick Cahuzac em conferência de imprensa esta quinta-feiraRC Lens

Promovido a treinador principal do Lens após a saída de Dino Toppmöller na terça-feira, Yannick Cahuzac não vai apenas assumir de forma interina na sexta-feira no Mónaco, mas está destinado a permanecer no banco dos Sang et Or por mais tempo, indicou esta quinta-feira o diretor-geral do clube, Benjamin Parrot. Duelo com o Sporting está agendado para 13 de outubro e não é de excluir a permanência de Cahuzac até então.

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"Nós, quando damos a nossa confiança, é difícil limitá-la no tempo. Não há qualquer noção de tempo, não há qualquer noção de interinidade. Hoje, ele é o treinador da equipa principal", declarou Benjamin Parrot numa conferência de imprensa.

"Pareceu-nos evidente, neste momento, que era a pessoa certa para retomar o rumo do que estávamos a fazer", acrescentou o diretor desportivo do Lens, Jean-Louis Leca, destacando o bom conhecimento do clube por parte do novo treinador.

Adjunto de Olivier Pantaloni no Lorient na época passada, Yannick Cahuzac integrou este verão a equipa técnica de Dino Toppmöller: um regresso ao Lens para quem foi capitão dos Sang et Or durante a sua passagem como jogador entre 2019 e 2022, antes de integrar a equipa técnica de Franck Haise logo de seguida, durante uma época.

Cahuzac afirmou-se "pronto" na véspera da sua estreia como treinador principal, no Mónaco frente ao co-líder da Ligue 1, numa altura em que o Lens atravessa um início de época complicado, com apenas quatro pontos em quatro jornadas da Ligue 1.

"Conheço o clube de olhos fechados, conheço o ADN, conheço os valores, conheço bastantes jogadores. Penso ter bastantes vantagens para recuperar a equipa", sublinhou quem está esta época a tirar os seus diplomas de treinador em paralelo com as funções no Lens.

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Os próximos jogos do LensFlashscore

Os dirigentes do Lens também abordaram a saída rápida de Toppmöller, que partiu apenas três meses depois de chegar ao Lens devido a resultados insatisfatórios e a uma incompatibilidade entre a equipa técnica já presente no clube e os adjuntos que chegaram com o treinador alemão.

"Simplesmente não resultou, é preciso ter a humildade de o admitir", reconheceu Benjamin Parrot.

Para resolver esta "falta de ligação" que "teve consequências no rendimento da equipa", o RC Lens quis separar-se de um dos adjuntos de Toppmöller para "aproximar toda a gente".

"Esta decisão não foi aceite pelo treinador e, por isso, levou à mudança da equipa técnica e à necessidade de agir com responsabilidade", acrescentou Benjamin Parrot.

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