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Oficial: Rodrigo Mora deixa FC Porto e é reforço da Roma

Rodrigo Mora vai continuar a ser o 86 em Itália
Rodrigo Mora vai continuar a ser o 86 em ItáliaAS Roma

Agora sim, é oficial. O FC Porto encerrou uma das novelas do mercado com a saída de Rodrigo Mora para a Roma.

Tal como noticiou o Flashscore, o negócio entre Roma e FC Porto está concluído e vai render 27 milhões de euros aos dragões (25 milhões de euros fixos, a que podem acrescer mais dois milhões de euros mediante bónus), por 50 por cento do passe. No entanto, há ainda uma cláusula de compra que permite à equipa italiana adquirir a restante percentagem dos direitos desportivos do jogador por 25 milhões de euros.  Os dragões ficam, também, com uma opção de venda incondicional da percentagem dos direitos económicos que mantiver na sua posse pelo mesmo valor de referência - neste caso implicando a compra obrigatória, por parte da Roma, da percentagem que o FC Porto decidir alienar.

Caso a Roma não venha a adquirir a totalidade dos direitos económicos do atleta, o FC Porto terá a opção de vender a totalidade dos direitos económicos, podendo garantir um encaixe mínimo de 50M, ou, se assim preferir, manter uma percentagem dos direitos económicos a definir, por forma a poder beneficiar de uma futura venda do jogador por um valor eventualmente superior.

Na terça-feira à tarde, o jovem prodígio foi recebido em apoteose pelos adeptos romanos. 

A afirmação de Rodrigo Mora na época 2024/25 surgiu como a única nota positiva no início da revolução de André Villas-Boas no FC Porto. Promovido ao plantel principal com o rótulo de jóia do Olival, o jovem criativo não demorou a demonstrar maturidade acima da média, assumindo o papel de agitador de jogos e fixando-se como uma opção de recurso valiosa - e muitas vezes decisiva - na construção ofensiva dos dragões.

As últimas épocas de Rodrigo Mora
As últimas épocas de Rodrigo MoraFlashscore

Na péssima era Anselmi, a sua capacidade de desequilíbrio no espaço curto, aliada à visão de jogo e à facilidade em somar golos e assistências, catapultou-o rapidamente para a linha de frente dos talentos mais promissores do futebol português.

Contudo, a temporada 2025/26 trouxe um cenário substancialmente diferente e uma perda progressiva de espaço. A reestruturação do plantel, o aumento da concorrência direta no setor intermédio e no apoio ao ataque, aliados a uma maior exigência física e tática imposta pelo modelo de jogo de Francesco Farioli, acabou por remeter o internacional jovem para um papel secundário. Entre curtas entradas a partir do banco e ausências das opções iniciais, Mora viu a sua continuidade no onze ser interrompida.