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Depois da vitória da jornada anterior frente ao Boavista (4-1), que se seguiu a uma derrota caseira com o Gil Vicente (0-2), Paulo Sérgio admitiu que “a imaturidade da equipa leva a estas performances tão desencontradas” e que o crescimento que deseja para a sua formação “não acontece num estalar de dedos”.
“Parece que, por vezes, quando as coisas correm bem, há uma tendência para algum relaxamento, digamos assim. E debaixo de pressão, a equipa reage com caráter e com atitude. Falámos sobre isso durante a semana, porque, de facto, para descolar dos lugares que ninguém quer na classificação não se pode fazer um resultado bom, um resultado mau, um resultado bom, um resultado mau, porque anda-se sempre ali em zona vermelha”, realçou o treinador do Portimonense.

Paulo Sérgio vincou que a sua equipa “não se pode dar ao luxo de qualquer tipo de relaxamento ou vaidades” e que “tem de trabalhar do primeiro ao último minuto para conseguir os resultados” pretendidos numa Liga em que, na metade inferior da tabela, “está tudo muito embrulhado”.
Por isso, “concentração, foco e atitude” são as armas que o Portimonense terá de colocar em campo na receção de sábado ao Arouca, que na ronda anterior goleou o Vizela (5-0).
“Ambas as equipas vêm de grandes resultados, isso vale o que vale. São semanas mais agradáveis para se trabalhar, mas muda a página e temos aí outra tarefa árdua, contra um adversário de muita qualidade, quer no plano individual, quer no plano coletivo”, referiu Paulo Sérgio.

Dener, Hélio Varela, ambos por castigo, Alemão e Paulo Estrela, lesionados, são baixas certas para a receção aos arouquenses.
Portimonense, 11.º classificado, com 21 pontos, e Arouca, nono, com 22, defrontam-se no sábado, às 15:30, no Estádio Municipal de Portimão, com arbitragem de David Rafael Silva, da Associação de Futebol do Porto.
