Reveja aqui as principais incidências da partida
Maresca venceu os seus primeiros sete jogos na Premier League enquanto treinador do Manchester City, mas perdeu agora os três últimos.
A derrota frente ao Nottingham Forest marcou apenas a segunda vez que o City perdeu três jogos consecutivos da Premier League nos últimos dez anos. O defesa do Forest, Jair Cunha, abriu o marcador com uma brilhante jogada individual, antes de Liam Delap bisar e fechar as contas para a equipa da casa. Rayan Cherki marcou o único golo do City no encontro, com um remate potente, desferido já dentro da área do Forest.
Apesar da derrota, o City continua no segundo lugar da Premier League, mas está agora a seis pontos do líder Arsenal.

Em declarações à BBC Sport após o jogo, Maresca afirmou:
"É bastante claro: na primeira parte, não igualámos a intensidade, não ganhámos os duelos nem as segundas bolas. “A primeira coisa exigida nestes jogos é intensidade. Tentámos reagir quando estava 2-0, mas foi demasiado tarde. Marcámos um golo e provavelmente podíamos ter marcado mais, mas, numa transição, concedemos mais um. Preciso de analisar isso. O jogo de hoje foi provavelmente o primeiro em que nos faltou intensidade nos primeiros 45 minutos. Na segunda parte estivemos melhor. Nunca tinha acontecido antes. Temos de perceber a razão e tentar não deixar que volte a acontecer. O primeiro golo é consequência da forma como queremos jogar. Queremos construir desde trás, por isso isto pode acontecer. O segundo e o terceiro golos foram bastante semelhantes: perdemos o duelo e depois concedemos numa transição. Infelizmente, estamos a conceder demasiados golos e temos de melhorar nesse aspeto", desabafou.
Maresca reconhece que a pausa internacional vai obrigar a reflexão.
"Temos de aproveitar a pausa internacional para perceber porquê e tentar evitar que volte a acontecer no futuro. Estamos sempre preocupados (com as derrotas), mas precisamos de equilíbrio: não passámos de sete vitórias consecutivas para três derrotas consecutivas. Precisamos desse equilíbrio. Não há motivo para entrar em pânico. Temos de perceber o que aconteceu, mas não há motivo para entrar em pânico", concluiu.



