Segundo Boto, a viagem não teve como objetivo convencer Almada a vestir a camisola rubro-negra, já que o jogador conhece o futebol brasileiro e a estrutura do Flamengo. O foco foi deixar claras as condições da negociação.
"Aquilo que eu fui lá dizer é que nós não entraríamos em leilões. Aquilo que já tínhamos combinado é aquilo que vai ser, se ele quiser vir para o Flamengo", afirmou.
José Boto não deu o negócio como concluído. O português recordou que o Flamengo só irá avançar para a contratação se os valores estiverem dentro do planeamento financeiro do clube.
"Pode vir o Almada, pode vir outro, pode não vir ninguém. Mas, se vier algum jogador, vai ser nas condições que o Flamengo quer, e não em leilões", reforçou.
Boto também afirmou que o departamento de futebol trabalha com outras opções no mercado e não pretende prolongar indefinidamente a negociação pelo argentino.

"O Flamengo não se fixa só num jogador. Joga, às vezes, em vários tabuleiros", disse.
O dirigente ainda destacou que negociações a envolver cifras acima de 20 milhões de euros exigem cautela, já que fatores como impostos e condições de pagamento aumentam o custo da operação.

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