A Juventus vai pedir aos acionistas que autorizem a direção a avançar com a emissão de ações, numa ou mais tranches, até ao final de 2026, anunciou o clube num comunicado.
A medida pretende reforçar a base de capitais próprios e a competitividade desportiva do clube, apoiar possíveis melhorias nos ativos imobiliários estratégicos, incluindo o seu estádio em Turim, e melhorar a sua sustentabilidade financeira, acrescentou.
A Juventus anunciou que o acionista maioritário Exor, a holding da família Agnelli, apoiará o aumento de capital e injetará imediatamente 60 milhões de euros no clube da Serie A.
A Exor detém cerca de 65% das ações do Juventus. O clube registou na terça-feira um prejuízo de 66 milhões de euros no exercício terminado em 30 de junho, comparativamente a um prejuízo de 58,1 milhões de euros no ano anterior.
O clube prevê novos prejuízos no presente exercício fiscal, depois de não se ter qualificado para a Liga dos Campeões desta época. Prevê uma "melhoria progressiva" nos dois anos seguintes.

Os investidores injetaram cerca de mil milhões de euros no Juventus nos últimos sete anos. O clube registou o último lucro anual no exercício fiscal de 2016/2017.
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