O anúncio reverteu a decisão anterior do esloveno, que tinha afirmado não tencionar recandidatar-se, e surgiu na sequência do apoio "unânime" das associações nacionais, anunciou a UEFA em comunicado.
O dirigente, de 58 anos, foi eleito pela primeira vez em 2016, para substituir Michel Platini, que se demitiu depois de o Tribunal Arbitral do Desporto (CAS) o ter proibido de exercer atividades relacionadas com o futebol na sequência de um caso de corrupção na FIFA.
Ceferin vai cumprir um último mandato de quatro anos no congresso da UEFA, no Cazaquistão, em abril do próximo ano.
"Quero agradecer às associações nacionais pela confiança", afirmou Ceferin após a reunião de quinta-feira, em Berlim. Enfrentámos desafios extraordinários nos últimos anos e enfrentámo-los como uma só equipa. Ainda há muito trabalho importante pela frente e, por isso, aceitei o pedido. A minha ambição mantém-se: manter o futebol europeu unido, tornar o nosso jogo mais forte e deixar a UEFA preparada para a próxima geração", vincou.
No seu comunicado, a UEFA afirmou que, nos meses anteriores, as 55 associações nacionais tinham pedido "unanimemente" a Ceferin que reconsiderasse a sua intenção anterior de não se recandidatar.
"A reunião centrou-se também na futura governação e liderança da FIFA", afirmou a UEFA, que tem liderado a oposição à liderança de Gianni Infantino no organismo que rege o futebol mundial.
Uma das suas propostas é que o presidente da FIFA "lidere, não gira".
