Toda a Fórmula 1 está agitada com o futuro de Fernando Alonso). Todos sabem que a figura do espanhol de 45 anos é um enorme atrativo para o Grande Circo e a grande maioria deseja que continue na grelha durante a temporada de 2027.
Assim sendo, até o próprio presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA), Mohammed ben Sulayem, reconheceu recentemente que ofereceu ao 14 algum tipo de facilidade para tornar o seu carro mais competitivo e convencê-lo a continuar mais um ano.
"É um desportista importantíssimo, não nos podemos dar ao luxo de o perder pelas circunstâncias, não é assim que alguém como ele deve sair. Reuni-me com o Lawrence (Stroll, dono da Aston Martin), vou fazer alterações (sem especificar quais) e falarei com o Fernando para tentar que mude de ideia (caso esteja a pensar sair)", afirmou o emiradense no Fórum Europa.
E o dirigente não é o único disposto a apoiar o bicampeão. Toto Wolff foi o mais recente a juntar-se a esta corrente de apoio a Alonso: "Acredito que, nesse caso, o ADUO foi criado como um mecanismo para recuperar terreno e essa fórmula foi ativada para a Honda. E precisam de mais. Além disso, considero razoável a conversa que o presidente teve com o Alonso", afirmou o austríaco.
"Queremos contar com todos estes grandes construtores no desporto, queremos que sejam competitivos e bem-sucedidos. A nossa competição deve ser o melhor palco para os melhores do desporto e, por vezes, talvez seja necessário fazer algum ajuste. Por isso, parece-me justo, essa é a minha posição", concluiu o chefe da Mercedes.
