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Mundiais de Canoagem: João Ribeiro e Messias Baptista focados no pódio em K2 500

João Ribeiro e Messias Baptista
João Ribeiro e Messias BaptistaFederação Portuguesa de Canoagem

João Ribeiro e Messias Baptista, vice-campeões do Mundo em K2 500 metros, desvalorizaram este sábado o seu estatuto e as condições adversas em Poznan, prometendo lutar pelos primeiros lugares na final de domingo.

“A motivação é sempre a mesma. Não interessa se fomos medalha sexta-feira (bronze em K4 500) ou se já fomos campeões do mundo nesta distância (2023). Cada prova é uma prova. Na nossa semifinal tivemos australianos que são campeões e vice-campeões olímpicos e não conseguiram sequer entrar na final. O que podemos prometer é que daremos o nosso melhor e lutar pelo melhor resultado possível”, sublinhou Messias Baptista.

No dia mais ventoso e com ondas no Lago de Malta, em Poznan, a dupla portuguesa, campeã do Mundo em 2023 e vice em 2025, foi segunda na sua semifinal, surpreendida, em cima da meta, pelos eslovenos Matevz Manfreda e Anze Pikon que, na mais protegida pista um, foram 21 centésimos mais rápidos.

“O principal e único objetivo era passar à final. Queríamos estar na regata para disputar medalhas. Fazermos uma boa regata e ganhar confiança para domingo mandar o tiro certo”, acrescentou, por sua vez, João Ribeiro.

O atleta olímpico insistiu no “nível muito elevado” dos mundiais, nos quais qualquer atleta pode vencer, independentemente da pista, como sucedeu hoje com os eslovenos.

“Passarem atletas da pista um quer dizer que o nível deste campeonato de mundo é muito elevado, que qualquer barco pode passar. Domingo, independentemente da pista, vamos fazer a nossa prova e depois vamos ver o que é que dá”, completou.

Para domingo estão previstas condições climatéricas similares, algo que até agrada a Messias Baptista, que prefere competir com vento pelas costas.

É uma prova mais rápida, a verdadeira canoagem de velocidade. Hoje, no fim já estava bastante ondulação, tínhamos mais preocupação em segurar-nos do que de tentar subir, mas sabíamos que estávamos numa posição de passagem. Como o João disse, hoje era o principal objetivo e amanhã estaremos a lutar pelos lugares da frente”, concluiu.

Sexta-feira, juntamente com Gustavo Gonçalves e Pedro Casinha, a dupla olímpica conquistou a medalha de bronze em K4 500, a primeira de Portugal nestes mundiais.


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