No FC Porto desde 2024, Tcherno Jamanca nasceu em Dakar, capital do Senegal, e mudou-se para Portugal na infância, tendo começado a jogar futebol em Sintra, no União Mercês. Em 2019 chegou ao Vila Verde, onde se manteve durante quatro temporadas e se destacou num ano em que marcou 27 golos em 24 jogos, que lhe valeram a mudança para o Real SC, na temporada 2023/24. Na época seguinte, rumou ao FC Porto.
Já na temporada transata, o ponta de lança marcou 35 golos em 30 jogos pelos juvenis do FC Porto, tendo sido o melhor marcador do campeonato. Além disso, estreou-se pelos sub-19 no jogo do título frente ao Famalicão e, já este verão, foi chamado por João Brandão aos trabalhos de pré-temporada da equipa B.
Fruto do trabalho: “Estou muito feliz por ter renovado contrato. Foi fruto do meu trabalho, mas não teria conseguido sem o apoio da minha família, do staff, dos treinadores e de Deus.”
Ascensão meteórica: “Nunca imaginei. Sempre tive este objetivo, mas não pensei que fosse alcançá-lo tão rápido. Foi fruto do trabalho. Nunca perdi a esperança, trabalhei todos os dias para chegar até aqui.”
Responsabilidade acrescida: “Sinto muita responsabilidade. Quero agradecer ao clube por ter confiado em mim e por me ter dado este voto de confiança.”
De olhos postos no futuro: “A época passada já pertence ao passado. Esta época vou continuar a trabalhar todos os dias, porque quero crescer e marcar mais golos. Sinto mais responsabilidade, sempre quis mais e acho que consegui. Trabalhar todos os dias sempre foi o meu foco e nunca deixei de acreditar.”
Grato ao clube: “A cada ano que passa sinto mais amor por este clube. Foi o FC Porto que me deu tudo, eu não tinha nada. Por isso, agora este é o clube do meu coração.”
2025/26: “Foi uma época muito difícil. Trabalhámos todos os dias com muito esforço e muita dedicação. Estivemos muito concentrados e ouvimos os treinadores todos os dias. Acho que isso foi muito importante.”
Memórias dos sub-17: “Marquei 35 golos, mas os dois golos do jogo do título foram os mais especiais. Senti um arrepio e muita emoção. Nunca me vou esquecer do último jogo. Quando o apito soou eu nem percebi que tínhamos acabado de ser campeões, porque achava que tínhamos de ganhar, mas vi toda a gente a correr e juntei-me à festa com grande emoção. Ser campeão pelo FC Porto aumentou a minha confiança.”
O primeiro dia: “O FC Porto viu-me num torneio em que marquei muitos golos ao serviço do Real SC. Na altura falaram com a minha mãe, eu vim cá treinar e acabei por ficar. Inicialmente estava nervoso, mas fiquei muito orgulhoso de mim. O FC Porto superou as expectativas.”
Período de adaptação: “Quando cheguei, a equipa já tinha outro ritmo e intensidade. Os meus companheiros eram muito mais rápidos e fortes, mas consegui adaptar-me.”
O ídolo Samu: “Cheguei na mesma época em que o Samu e inspirava-me muito nele. Ainda olho para ele como uma inspiração.”
Oportunidades únicas: “Sempre que subo de escalão para treinar ou para jogar, dou sempre o meu máximo. Os treinadores pedem sempre o mesmo: correr e dar a vida pela equipa.”
Mudanças desde a chegada à Invicta: “Aumentei a minha capacidade física e tornei-me mais forte, rápido e capaz de me adaptar a todos os exercícios. Além disso, pintei o cabelo. A dois jogos do fim decidi arriscar porque acreditava que íamos ser Campeões Nacionais e agora esta é a minha imagem de marca.”
Veia goleadora: “Eu vivo dos golos, mas o mais importante para mim é ver a equipa a vencer. A vitória é sempre o mais importante.”
Dicas dos treinadores: “Eles dizem que tenho talento, mas que tenho de ter mais calma e de evoluir na tomada de decisão.”
Novo contexto: “A época passada foi muito boa. Este ano comecei com a equipa B e espero estrear-me como profissional. É um sonho treinar com as equipas seniores, porque me permitem ver as coisas de outra forma, ganhar ritmo e perceber como é o futebol na realidade. Tento sempre aprender com os mais experientes.”
O sonho comanda a vida: “Tenho talento para me afirmar, mas isso só vai acontecer se continuar a trabalhar. O meu principal objetivo é estrear-me na equipa principal, no Estádio do Dragão. Penso nisso todos os dias. Tenho de continuar a trabalhar muito, tenho de fazer muitos sacrifícios, esforçar-me muito e ouvir os mais velhos.”
Tcherno fora do campo: “Sou divertido, humilde, sorridente, tímido e boa pessoa. Este é o Tcherno.”
Apoio familiar: “A minha família percebe o que eu estou a viver e dá-me apoio. Dizem-me para continuar a lutar e que posso contar com eles para o que precisar. Falo todos os dias com a minha mãe, ela é a minha melhor amiga e está sempre a apoiar-me. Isso é muito importante.”
Família portista: “Estes adeptos são incríveis. São mais do que uma família. Quero que eles saibam que vou dar sempre tudo por este clube.”
Passo a passo: “Espero que este dia marque o início de uma grande caminhada e gostava de um dia poder ouvir o meu nome no Estádio do Dragão.”
