A oficialização do que há muito era sabido. Esta terça-feira, Zinédine Zidane foi anunciado como o novo selecionador de França.
Aos 54 anos, o antigo médio é o sucessor de Didier Deschamps, técnico que deixa um legado pesado na seleção gaulesa. Entre 2012 e 2026, o agora ex-selecionador conduziu a França a uma vitória no Campeonato do Mundo (2018), a um vice-campeonato mundial (2022) e uma final de um Europeu (2016), que perdeu para Portugal.
Despede-se com 120 vitórias, 35 empates e 31 derrotas no comando de França. Como última imagem deixa o quarto lugar alcançado no Mundial-2026, depois da derrota com a Espanha, nas meias-finais.
Cadeira de sonho
Para Zizou pode dizer-se que é o alcançar da cadeira de sonho. Internacional francês em 108 ocasiões, campeão do Mundo em 1998 e vice-campeão mundial em 2026, o antigo médio tem uma carreira de treinador sui generis.
Apenas comandou o Real Madrid, onde passou os últimos cinco anos da carreira de jogador, com duas passagens distintas: Em 2015 sobe do Castilla para assumir a vaga deixada por Rafa Benítez e fica até 2018. Regressa em 2019, num ano em que Julen Lopetegui e Santiago Solari passaram pelo banco merengue, para ficar até 2021.
No Santiago Bernabéu conquistou dois campeonatos, duas supertaças, três Ligas dos Campeões, dois Mundiais de Clubes e duas supertaças europeias.
Com a França vai ter como primeiro desafio a Liga das Nações. Os gauleses estão no Grupo A1 e arrancam a prova na Turquia, além de medirem forças com Itália e Bélgica.
