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A ucraniana, 26.ª cabeça de série, criou 23 oportunidades de break ao serviço de Noskova e conseguiu quebrar o serviço da checa por sete vezes, garantindo assim o acesso à sua segunda meia-final de um torneio de nível 1000, a primeira em Madrid.
No primeiro set, o equilíbrio foi total entre as duas jogadoras, com Kostyuk a levar a melhor num duro duelo de 65 minutos decidido no tie-break.
Já no segundo parcial, o cenário foi completamente diferente, com a ucraniana a não ceder qualquer jogo e a fechar o encontro em apenas 24 minutos.
Com este triunfo, Kostyuk aumentou a sua série de vitórias para dez encontros e mantém o registo perfeito em terra batida em 2026.
Segue-se agora Potapova, que alcançou a sua primeira meia-final de um WTA 1000 ao vencer, num duelo muito disputado, a antiga número um mundial Karolina Pliskova por 6-1, 6-7 (4), 6-3.
Depois de ter mudado recentemente de nacionalidade, passando a representar a Áustria em vez da Rússia, Potapova tornou-se na primeira jogadora austriaca a chegar a uma meia-final de um WTA 1000, sendo também a primeira lucky loser a atingir esta fase num torneio deste nível.
Kostyuk, tal como as suas compatriotas, deixou de cumprimentar jogadoras russas e bielorrussas desde o início da guerra na Ucrânia, há quatro anos. Questionada sobre se o facto de Potapova ter passado a representar a Áustria mudaria a sua posição quando se defrontarem na quinta-feira, respondeu:
"A única pessoa com quem cumprimento é a Daria Kasatkina, porque ela não mudou apenas de passaporte, também afirmou publicamente que não apoia a guerra nem tudo o que está relacionado com isso. Por isso, eu e outras jogadoras decidimos cumprimentá-la, unicamente por respeito. Neste caso, houve várias jogadoras que mudaram de nacionalidade, mas nenhuma delas se manifestou contra a guerra ou em apoio aos ucranianos. Portanto, para mim, isso não muda nada", afirmou.
