É mais uma paragem para o tenista britânico de 24 anos, antigo número quatro mundial, que já esteve afastado quase oito meses devido a um persistente problema no braço.
Draper conseguiu disputar apenas nove encontros em cinco torneios desde que regressou à competição oficial, em fevereiro, tendo sido forçado a abandonar o encontro da primeira ronda frente a Tomas Etcheverry no torneio de Barcelona, no início deste mês.
Mais tarde, foi-lhe diagnosticada uma tendinite agravada no joelho, mas ainda assim esperava poder marcar presença no segundo Slam do ano, no próximo mês.
Draper decidiu agora não arriscar mais problemas na terra batida do Roland Garros e vai focar-se na recuperação da sua condição física para a temporada de relva, com Wimbledon a começar a 29 de junho.
"O meu joelho está a melhorar e já voltei a bater na bola, mas infelizmente foi-me aconselhado a não jogar o Roland Garros", escreveu Draper no Instagram.
"Por muito frustrante que seja falhar mais um Slam, o conselho é não apressar o regresso e evitar o risco de disputar logo partidas à melhor de cinco sets em terra batida. Depois da lesão no braço que sofri no ano passado, tive de limitar os treinos e, dando-me o tempo necessário para recuperar e reconstruir, poderei voltar a ser o jogador que quero ser. Até breve!", concluiu.
Há menos de um ano, Draper estava entre os quatro melhores do mundo, depois de conquistar o título em Indian Wells e de chegar à final noutro Masters 1000 em Madrid.
Agora, porém, junta-se à lista de lesionados juntamente com Carlos Alcaraz, também ausente do Roland Garros, e, muito provavelmente, quando regressar, Draper estará fora do top 100 do ranking.
