Isto abre as portas a uma série de nomes que poderão alcançar o seu primeiro grande triunfo nos Open de França.
Alexander Zverev
O tenista de Hamburgo tem realizado até agora uma época excecional em terra batida, mas falhou repetidamente em vencer Sinner. Agora que o italiano está fora do torneio, a porta está escancarada para um possível sucesso em torneios do Grand Slam.
A vitória em três sets frente a Tomas Machac, em particular, demonstrou que o alemão não veio a Paris este ano para sair da capital francesa à pressa. Se mantiver a forma atual, é o novo favorito à vitória no torneio e pode finalmente quebrar o seu registo negativo.
Novak Djokovic
O número mágico para Nole é 25, ou seja, o número de títulos do Grand Slam que o sérvio pode alcançar se conseguir triunfar em Paris este ano. Djokovic adora a cidade e Paris retribui-lhe o carinho, sobretudo agora que Sinner, Alcaraz e Medvedev já não estão em prova.
Casper Ruud
O especialista em terra batida já atingiu por duas vezes a final de Roland Garros. Primeiro Rafael Nadal foi demasiado forte para ele, depois não conseguiu superar Djokovic. Agora, sem os novos "Big Two", tem o caminho aberto para conquistar finalmente um Grand Slam na sua superfície de eleição.
Andrey Rublev
O russo é um verdadeiro concentrado de energia, que se sente extremamente confortável em terra batida e, mesmo em situações complicadas, Rublev conseguiu manter a sua mentalidade, motivar-se e, acima de tudo, manter a calma neste torneio. Se continuar a fazê-lo em Paris, poderá ser extremamente perigoso para qualquer jogador ainda em competição.
Um outsider?
Raramente a possibilidade de entrar para a história de Paris foi tão grande como agora. Gustavo Kuerten venceu em 1997 como vigésima cabeça de série, Mats Wilander era o 17.º do quadro em 1982. Alguns nomes têm argumentos para estabelecer um novo recorde este ano.
Arthur Rinderknech (22.º), com o forte apoio dos adeptos franceses, Francisco Cerundolo (25.º), considerado um especialista em terra batida, ou os jovens Rafael Jodar (27.º) e João Fonseca (28.º), que podem ambos contar com uma oportunidade importante.
