Aos 31 anos, Svitolina superou a campeã em título de Roland Garros, Coco Gauff, na final do Open de Itália na semana passada, depois de vitórias sofridas frente à número dois mundial Elena Rybakina e à terceira classificada Iga Swiatek.
Apesar de ter conquistado o seu maior título desde a pausa de maternidade pelo nascimento da sua filha com o também tenista Gael Monfils em 2022, Svitolina, atualmente sétima do ranking mundial, afirmou que não vai colocar pressão sobre si própria ao entrar no Grand Slam que começa no domingo.
"O mais importante é tentar concentrar-me no meu jogo, no meu desempenho, sem ir demasiado longe nos pensamentos sobre se posso ou não conquistar o título", disse Svitolina, que inicia a sua campanha frente à húngara Anna Bondar, aos jornalistas este sábado.
"Ainda há muitos encontros para vencer até chegar ao título, e é preciso estar em boa forma física e mentalmente preparada. Ainda há muito trabalho pela frente. É fundamental focar-me na primeira ronda, pensar encontro a encontro e estar pronta para tudo o que possa surgir", acrescentou.
Svitolina, que já ultrapassou os quartos de final em todos os Grand Slams exceto em Roland Garros, afirmou estar em paz com o rumo da sua carreira.
"Está tudo bem se não vencer um Grand Slam", disse.
"Também é aceitável, de certa forma, porque se não estiveres bem com isso, acho que acabas por te consumir por dentro e nunca ficas satisfeito com o que fazes no court. Acho que a minha carreira, mesmo que termine amanhã, está bem. E se acontecer alguma coisa, vou aceitar e continuarei a ser uma pessoa feliz e a viver bem a minha vida. Por isso, quero adotar esta mentalidade agora, porque penso que, quando és mais jovem, claro que queres vencer um Grand Slam, esse é o objetivo número um, e ficas tão desiludido que podes realmente prejudicar-te mentalmente se não conseguires", acrescentou.
"Continuo a acreditar que posso vencer um Grand Slam, mas também aceito se não acontecer ou se não estiver destinado para mim", concluiu.
