A número um mundial da Bielorrússia chega a Nova Iorque após uma série de resultados dececionantes e não vence um torneio desde o seu triunfo no Miami Open, em março.
No entanto, a campeã de singulares de quatro torneios do Grand Slam garante que está pronta para virar a página em Flushing Meadows nas próximas duas semanas, um palco que tem sido talismã para si nos últimos anos, com vitórias consecutivas em 2024 e 2025.
"Sempre confiante", afirmou a jogadora de 28 anos aos jornalistas sobre o seu estado de espírito.
Sabalenka começou o ano em grande forma, com uma vitória em Brisbane antes de chegar à final do Open da Austrália, onde perdeu em três sets para Elena Rybakina.
Recuperou dessa derrota ao conquistar o 'Sunshine Double', com triunfos em Indian Wells e Miami, mas desde então não voltou a lutar por títulos.
Foi eliminada nos quartos de final do Roland Garros e saiu na quarta ronda de Wimbledon frente a Naomi Osaka.
Essas derrotas foram seguidas por eliminações na quarta ronda no Canadian Open e no Cincinnati Open, no início deste mês, deixando Sabalenka com tudo por provar ao chegar a Nova Iorque.
Ainda assim, Sabalenka afirmou estar confiante de que vai conseguir ultrapassar este mau momento.
"É essa a beleza do desporto", disse.
"Podem lançar-me desafios difíceis, que eu voltarei ainda mais forte. Não foi o melhor período. Não quero justificar-me, mas obviamente não quero falar sobre essa fase. Tenho lidado com várias situações. Mas quem se importa, não é? Não estive ao meu melhor nível. Estas lições difíceis vão certamente tornar-me muito, muito mais forte e a trabalhar ainda mais", acrescentou.

"Trabalho o meu lado mental do jogo. Estive a tentar redefinir a minha mente e voltar mais forte, por isso só me vai tornar mais forte. É apenas uma questão de tempo até regressar", assumiu.
Sabalenka pode tornar-se apenas na terceira mulher, depois de Chris Evert e Serena Williams, a vencer três US Open consecutivos, caso conquiste o seu quinto título do Grand Slam em Nova Iorque.
"Elas são as maiores e são lendas. Cresci a admirá-las e adorava a forma como dominavam o circuito", afirmou Sabalenka.
"Por isso, se conseguir colocar o meu nome, mesmo que ligeiramente, ao lado delas, isso significa muito para mim", concluiu.
