Recorde as incidências da partida
A número três mundial, que conquistou o seu primeiro título do circuito em Washington em 2019, alcançou a sua quarta final do ano neste torneio de preparação para o US Open.
Pegula entrou mal, com um resultado desfavorável de 5-2, mas acabou por encontrar o caminho para a vitória ao somar quatro jogos consecutivos antes de servir para fechar o primeiro set.
Na segunda partida, a jogadora da casa, de 32 anos, desperdiçou uma bola de encontro com o seu serviço e uma vantagem de 5-2, mas acabou por impor-se em 87 minutos de jogo a Shnaider, número 18 do ranking mundial.
"Está húmido. Senti que o court estava um pouco lento. Ela é canhota. É complicado", afirmou a recém-finalista.
"Continuei a dizer a mim própria que era apenas uma quebra. Só tinha de continuar a segurar o meu serviço. Encontrei algum ritmo na resposta, servi de forma mais inteligente e consegui jogar bom ténis, mais ou menos assumir o controlo do ímpeto do encontro", acrescentou.
A norte-americana, primeira cabeça de série, vai disputar a final no domingo contra a vencedora do duelo que este sábado opõe a filipina Alexandra Eala, revelação do último Wimbledon, à japonesa Naomi Osaka, quatro vezes campeã de Grand Slam.
Pegula, semifinalista do Open da Austrália este ano, procura o seu 12.º título WTA e o terceiro da época, depois dos triunfos em Dubai e Charleston.
