A 34.ª edição do Europeu decorre pela quarta vez na história da competição repartida por quatro coanfitriões – Bulgária, Finlândia, Itália e Roménia. A fase a eliminar decorre em Itália e Bulgária e as medalhas serão atribuídas em Milão.
A Polónia destronou a Itália na última edição (2023), após duas medalhas de bronze sucessivas (2021 e 2019), e ataca a renovação sustentada com duas medalhas de ouro nas últimas edições da Liga das Nações (2026 e 2025), o bronze no Mundial (2025) e a prata nos Jogos Olímpicos (2024).
Inserida no Grupo B, em Sofia, a anfitriã Bulgária, vice-campeã mundial em título, será o principal obstáculo à vitória da Polónia na poule, que inclui ainda Portugal, Macedónia do Norte, Ucrânia e Israel e que apura os quatro primeiros para os oitavos.
A Itália, crónica candidata ao título, que já venceu por sete vezes, para além das cinco medalhas de prata e três de bronze, bicampeã mundial em título e 4.ª classificada nos Jogos Olímpicos Paris-2024, é a anfitriã do Grupo A, em Modena.
A Eslovénia, medalha de bronze em 2023 e de prata em 2021, 2019 e 2015, e bronze na Liga das Nações de 2026, é a principal adversária da Itália no grupo, que integra ainda República Checa, à procura de retomar êxitos antigos, Suécia, Grécia e Eslováquia.
O previsível equilibrado Grupo C decorre em Tampere, com a anfitriã Finlândia a receber a Sérvia, campeã em 2019 – último dos três títulos conquistados – 4.ª classificada em 2021 e presença habitual nos pódios das principais provas, Bélgica, Dinamarca, Estónia e Países Baixos.
A França, bicampeã olímpica em título e vencedora por duas vezes da Liga das Nações (2024 e 2022), persegue a repetição do triunfo alcançado em 2015 inserida no Grupo D, em Cluj, com a anfitriã Roménia, Alemanha, Turquia, Suíça e Letónia.
A fase preliminar decorre de quarta-feira a 17 de setembro e apura os quatro primeiros classificados de cada um dos quatro grupos. Seguem-se os oitavos de final, de 19 a 21, os quartos, a 22 e 23, e as meias-finais e final, em 25 e 26, respetivamente.
