Recorde as incidências da partida
Hugo Silva (treinador de Portugal):
“Eu diria que o melhor jogo foi o primeiro (com o Azerbaijão). Contudo, se falarmos em relação à dimensão do adversário (Países Baixos), estamos a falar de uma das melhores seleções do mundo.
Acho que nos batemos bem. Não se viu a diferença entre o sétimo do mundo e o 46.º do mundo e, portanto, tivemos mérito por aquilo que fizemos.
As jogadoras bateram-se bem, foram atrás de todas as bolas, lutaram por todas essas mesmas bolas. Julgo que estamos em crescendo e acho que isso é um bom sinal para os dois jogos que restam e para aquilo que pode ser o futuro desta seleção.
Claro que as derrotas nunca dão muita vida, mas a equipa sabe do nível em que estamos inseridos. Também sabe que quer muito. Quer muito mostrar, quer muito dignificar e quer muito deixar uma boa imagem.
Isso foi provado aqui hoje. Acima de tudo, queremos deixar uma boa imagem do nosso país e da nossa modalidade e julgo que elas têm conseguido. A espaços, menos bem, mas, no geral, muito bom”.
Amanda Cavalcanti (jogadora de Portugal):
“Estamos a melhorar a cada jogo. Ainda temos mais dois (Espanha e Roménia), que são talvez dos mais importantes, com equipas que já conhecemos, que já defrontámos noutras competições e contra as quais claramente já vimos que temos chances de bater de frente e ganhar.
Agora, vamos procurar melhorar a cada jogo para conseguir finalmente essa vitória.
Acho que talvez os Países Baixos ainda não nos conhecessem tão bem e, agora, o bom é que estamos a dar o nosso nome. É uma das seleções do topo mundial e, para além da derrota, é saber reconhecer e ver o lado positivo da exibição que tivemos. Sei que elas reconheceram isso também”.
Mariana Garcez (jogadora de Portugal):
“Acho que é fazer sempre isto, lutar até ao fim. Claro que acreditamos que podemos vencer Espanha e Roménia. O objetivo é sempre esse e, mantendo este nível, acho que conseguimos vencer”.
