Recorde as incidências do encontro
Hugo Silva (treinador de Portugal):
“Temos que perceber que estamos a jogar com uma boa seleção. Sabíamos de antemão que as dificuldades iam estar presentes e hoje essas dificuldades iam ser máximas.
Fomos entrando bem nos sets, mas, ao chegar àquele momento decisivo, acabámos por não aguentar aquele embate nos finais dos parciais. É preciso ter mais paciência, mais maturidade e um bocadinho mais de querer por a bola no chão. Falta ataque, falta finalização, falta confiança nesses momentos, porque se assim não for com equipas deste nível fica bastante difícil.
O último set (25-11) já não conta para a historia. Não é por aí. A equipa sentiu que perdeu dois sets que podiam ser melhor disputados. Acima de tudo que seja mais uma aprendizagem e uma preparação para o jogo bastante difícil de segunda-feira com os Países Baixos.
(Apuramento) Só mesmo no último jogo ou nos dois últimos jogos as coisas deverão ficar decididas. Mas, independentemente disso, temos que dignificar ao máximo a nossa presença aqui. Justificar porque é que estamos aqui, procurar crescer em cada momento e corrigir o que é sempre possível corrigir. É preciso tirar proveito disso”.
Raissa Cassama (jogadora de Portugal):
“Fica sempre um sentimento agridoce, porque o resultado não foi o que queríamos. Óbvio que fico feliz por ter conseguido contribuir com os pontos (nove) que fui fazendo e espero com a energia também. Infelizmente não foi o suficiente.Agora é ver o que podemos corrigir em tão pouco tempo, porque amanhã há já outro desafio. Vamos entrar com garra e vontade de ganhar e tem que ser assim em todos os jogos que temos pela frente”.
