Reveja aqui as principais incidências da partida
Os campeões nacionais vincaram o seu domínio desde cedo e foram premiados pelo acerto exibido nos lançamentos de três pontos, com 15 convertidos em 33 tentados, superiorizando-se também na luta junto às tabelas, com 40 ressaltos contra 33 do opositor
O Benfica inaugurou o marcador com dois pontos de Broussard, que terminaria o primeiro quarto com oito, contribuindo para a superioridade que os encarnados construíram desde cedo e conservaram até ao descanso.
Agressiva a defender e a atacar, a equipa orientada por Norberto Alves contou com Broussard e José Silva certeiros no lançamento exterior, um capítulo em que a Oliveirense ficou aquém tendo pago caro por isso.
A Oliveirense reagiu forte no segundo quarto, impondo maior intensidade nas suas ações, e a verdade é que conseguiu então um parcial de 11-0, trasnformando o resultado de 35-14 em 35-25.
Depois de uma fase menos boa, muito por culpa do opositor, o Benfica reagiu e foi para o intervalo com uma vantagem de 24 pontos (55-31), beneficiando também da quebra de rendimento da equipa de Oliveira de Azeméis.
A segunda parte começou com um triplo do base Geno Crandall, tendo Jordan Sibert respondido de igual modo e motivado a sua equipa para uma sequência positiva em que deu tudo para recuperar terreno e reentrar na luta pelo resultado.
O marcador registava 80-57 favorável ao Benfica à entrada para o quarto e último parcial e a Oliveirense, embora nunca tenha baixado os braços, não mostrou argumentos para travar a marcha encarnada rumo à final da Taça Hugo dos Santos, onde o Sporting já havia garantido a sua presença.
A final terá lugar este domingo, no Multitusos de Gondomar, às 17:00
