Já o repetiu por diversas vezes. Não se ganham décimos por volta por milagre e não se passa de ter o pior carro para um dos melhores em apenas algumas semanas ou até meses. Essa mensagem realista de Fernando Alonso é a que voltou a utilizar para mostrar que o trabalho dos engenheiros na fábrica em Inglaterra e na da Honda no Japão ainda está longe de dar os resultados que todos esperam.
"Temos de mudar a fiabilidade, melhorar a condução e ter mudanças de velocidade mais suaves. É isso que pode dar-te um pouco mais de confiança para atacar as curvas. Mas nessa confiança pode estar meio décimo, não os dois ou três segundos que nos faltam. Por isso, não acredito que as prestações mudem muito", comentou o asturiano, que considera que tudo continuará igual tanto no topo como no fundo da tabela.
"Não creio que a imagem geral vá mudar. Um circuito novo, em que o motor, penso eu, conta muito aqui, são quase só retas, a energia também", afirmou na Dazn.
Assim, será preciso esperar por um AM26 que voltará a estar entre os piores da grelha e que ficará a mais de três segundos dos principais candidatos da F1, que continuam a ser a Mercedes, McLaren e Ferrari.
Isso se não chover, algo que Fernando Alonso espera como água de maio, literalmente. "No domingo, com esta previsão de chuva com estes carros, se no fim chover, teremos a oportunidade de ver onde estamos".
