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De Mats Hummels a Elon Musk: Os ídolos com quem Tomás Araújo (Benfica) gostaria de trocar ideias

Tomás Araújo em ação na Liga Europa
Tomás Araújo em ação na Liga EuropaREUTERS/Pedro Nunes

Tomás Araújo, central internacional português de 24 anos do Benfica, concedeu uma entrevista à UEFA, onde falou do bom momento dos encarnados na Liga Europa, com três vitórias em três jogos, e abordou ainda os ídolos que gostaria de conhecer.

Exigência dos adeptos: "Querendo jogar no Benfica, tens de perceber que os adeptos estão sempre no seu máximo, querem sempre que a equipa vá para a frente, jogue para a frente, querem sempre ver um Benfica muito avassalador. Acho que principalmente esta época estamos a fazer um trabalho muito bom, temos muitas condições para ter uma época muito boa."

Chegada ao Benfica como jovem: "Cheguei ao Benfica com 14 anos, vim do Palmeiras, equipa satélite do Braga na altura, e foi uma decisão muito fácil de tomar. Quando soube que o Benfica estava interessado, disse logo que sim e perguntei quando é que seria a assinatura de contrato. Foi uma coisa muito natural. O Benfica para mim e para todos os portugueses, sinceramente, é o maior de Portugal, e o melhor também na minha opinião, como é óbvio. Era uma resposta fácil de dar."

Período de formação: "Na formação não foi fácil, como é óbvia. Há muita gente de qualidade, da minha geração, das gerações acima e abaixo. É uma luta que se torna um bocado ingrata também. Tens de ter a oportunidade. Eu tive as minhas oportunidades, agarrei-as bem, tive o meu mérito, mas havia muita malta que podia ter tido oportunidade e não teve. No fundo, isso é o futebol. Erguer a Youth League… acho que… Pela história que o Benfica tinha tido na competição, foram três finais a perder, e conseguir ganhar da forma que foi, da forma como jogávamos, foi um momento muito especial. Só quando o tempo passa é que temos noção do feito que foi."

Os últimos jogos de Tomás Araújo
Os últimos jogos de Tomás AraújoFlashscore

Confiança e pressão positiva do Benfica: "Sinto que a equipa está muito confiante. O míster entrou, deu-nos a ideia dele e acho que toda a gente acredita na ideia do míster e consegue-se ver isso dentro do campo. Temos trabalhado muito, sabemos que temos uma qualidade muito grande, com vários jogadores a poderem lutar pelo onze inicial. Acho que entras dentro de campo sabendo que tens aquela pressão do colega atrás e tens de dar sempre o teu máximo, senão no próximo jogo podes não jogar. Quando estás num clube assim, tens de estar sempre no teu melhor, a dar os 100 por cento e sabes que ao mínimo erro o teu colega está lá para lutar pelo lugar dele. A malta tem-se sentido muito confortável dentro de campo, sabendo sempre que tem aquela pressãozinha porque tem de dar sempre os 100 por cento e que tem de estar sempre no seu melhor, senão no próximo jogo já não joga."

Com que ídolos gostaria de trocar ideias: "Pode ser um dos meus ídolos do futebol, o Mats Hummels. Depois, é difícil. Provavelmente o Elon Musk, para aprender um bocadinho do negócio e como é que se fazem as coisas. E depois pode ser o (Nayib) Bukele, presidente de El Salvador, pode ser, para aprender um bocadinho também. Acho que eram três boas pessoas."

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