Infantino chegou ao aeroporto, sorridente, e acompanhado pelo presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, segundo fotografias divulgadas pela Federação Colombiana de Futebol.
A visita acontece num momento de grande tensão para a FIFA devido à crise provocada pela rejeição do projeto de abrir a instituição ao investimento privado, que acabou por ser descartado.
A menos de um ano do fim do seu mandato e das eleições de março de 2027, Infantino tem sido alvo de fortes críticas, sobretudo da Concacaf e da UEFA. Esta última, com os seus 55 membros europeus, ameaçou boicotar as competições da FIFA, incluindo os Mundiais, caso o polémico plano não fosse retirado.
Próximo de figuras da direita internacional, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Infantino vai assistir à cerimónia de posse de De la Espriella. Antes, visitará uma unidade desportiva no âmbito de um festival de futebol para crianças.
A tomada de posse de De la Espriella realiza-se de forma excecional em Cali, uma cidade do sudoeste do país frequentemente atingida por ataques de guerrilhas.
O presidente eleito afastou-se da tradição de o fazer em Bogotá perante o Congresso, como mensagem contra as organizações criminosas, numa altura em que a Colômbia atravessa a pior vaga de violência da última década.
