Gianni Infantino decidiu que vai entregar a sua alma ao próprio diabo para não abdicar do trono de ouro que construiu na presidência da FIFA, um lugar que nunca esteve tão perto de perder após a sua tentativa falhada de privatizar o Mundial.
Depois de ligar a Donald Trump à procura de apoio e de este não lhe atender o telefone, o principal dirigente do futebol mundial continua a avançar na sua obscura campanha: desta vez, segundo o The Times, oferecendo a final do Mundial-2030, que inicialmente seria organizada apenas por Espanha e Portugal, a Marrocos, convidado de última hora, em troca de apoio.
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Marrocos é um dos países que Infantino está a tentar convencer e a possibilidade de lhes atribuir a organização do jogo mais importante do próximo Mundial tem um peso significativo.
O plano é claro: Marrocos tornou-se um dos grandes aliados do dirigente suíço e Rabat vai receber o próximo Congresso da FIFA, onde está previsto realizar-se a votação presidencial em março de 2027.
Por seu lado, os marroquinos apostam tudo no Estádio Hassan II que estão a construir, com capacidade para 115.000 adeptos, e veem abrir-se uma oportunidade importante com o novo interesse de Infantino em garantir o seu apoio.
