O Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita anunciou este mês que deixará de financiar a LIV após a época de 2026.
Segundo relatos, o PIF já tinha investido mais de 5 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros) no circuito dissidente desde a sua fundação em 2021.
O bicampeão de majors DeChambeau continua a ser uma das principais atrações da LIV, juntamente com Jon Rahm, estando ambos a participar na LIV Coreia desta semana.
"Ficámos surpreendidos por terem saído tão rapidamente", disse DeChambeau aos jornalistas no Asiad Country Club, em Busan.
"Não estávamos realmente à espera disso. Mas está tudo bem. Uma porta fecha-se, outra abre-se. Acho que é assim que muitos de nós encaram a situação".
A saída abrupta do PIF, anunciada a 1 de maio, mergulhou a LIV numa situação de incerteza, com os executivos a apressarem-se para criar um novo plano de negócios que atraia investidores e patrocinadores.
O CEO Scott O'Neil estará, segundo relatos, à procura de 250 milhões de dólares (215 milhões de euros ) para manter a liga em funcionamento.
"Acho que todos temos otimismo de que existe um plano de negócios que faz sentido para o golfe por equipas", afirmou DeChambeau.
"Estou muito otimista em relação ao plano de negócios do golfe por equipas, em comparação com outros modelos, na minha opinião. Vamos ver se os investidores gostam ou não. Estou a dar tudo o que posso para que aconteça, e se não acontecer, não acontece", disse.
Também surgiram notícias de que a LIV estaria a preparar o terreno para uma eventual falência nos Estados Unidos.
"Nos bastidores, sim, estamos a tentar ajudar onde podemos, mas no fim de contas cabe aos executivos e a todos unirem-se. Se todos nos unirmos, existe aqui uma oportunidade. Se não, será um dia diferente para todos nós", concluiu dsse DeChambeau.
