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Sainz acredita em melhorias no Williams: "Que sirva para construirmos um carro melhor"

Sainz durante o GP da Hungria
Sainz durante o GP da HungriaREUTERS/Marton Monus

Carlos Sainz viveu mais um Grande Prémio com péssimas sensações, terminando em último entre os que concluíram a corrida e penalizado por provocar uma colisão quando estava prestes a ser dobrado por Piastri. Precisa de férias como poucos na F1.

Tudo o que parecia positivo no Williams do ano passado desapareceu. O de 2026 parece impossível de conduzir e sem qualquer desempenho. E mesmo assim Sainz ainda consegue retirar algum otimismo para o futuro. Mas a verdade é que não parece tão promissor ao ver o que aconteceu na corrida na Hungria.

"Parece que foi uma má corrida no final pelo lugar onde terminámos porque fizemos uma paragem nas boxes desnecessária no fim para acabar atrás do Bearman e do Alex no VSC (virtual safety car). Não sei bem porque o fizemos, mas com aqueles com quem podíamos lutar hoje, que eram os Haas, que pensávamos que iam meio segundo por volta mais rápidos, estivemos ali com eles, na luta com o Ocon e o Bearman", resumiu sobre a sua prestação no circuito de Hungaroring.

Sainz analisou também o incidente que lhe custou cinco segundos de penalização. "De repente o contacto com Piastri, a verdade é que não me avisaram que vinha atrás com bandeira azul e tivemos esse incidente. A partir daí a corrida ficou comprometida com os cinco segundos de penalização e essa paragem no VSC, mas o ritmo até foi um pouco melhor do que esperava", referiu ao tentar retirar alguma conclusão otimista.

O que é certo é que pior parece impossível para a Williams. As sensações nestes primeiros meses de temporada foram péssimas. "Muito má, foi uma primeira metade de temporada muito, muito, muito dececionante para toda a equipa. Sabemos os pontos que temos de melhorar e está nas nossas mãos. Se algum dia quisermos sair deste buraco, sabemos o que temos de melhorar e espero que com o upgrade de Baku consigamos entrar um pouco mais na luta. E, se não, ao menos que tudo o que aprendermos sirva para construir um carro melhor no próximo ano".