“O 12.º lugar dá-me muito ânimo. Ainda tenho 19 anos e tenho muitos anos de sub-23 pela frente pelo que espero um dia estar a lutar pelas medalhas nesta prova de campeonato do Mundo”, desejou José Ferreira.
Em declarações à Lusa, o estudante de Fisioterapia manifestou-se “muito satisfeito” com o seu desempenho, apesar de nos 1500 metros de natação nem tudo correr “tão bem como esperava”, compensando nos 40 quilómetros de ciclismo e 10 de corrida.
“Lutei o tempo todo pelo ‘top 10’, mas acabei por não conseguir. Na quinta volta da corrida tive de virar para trás, pois enganei-me, mas pelo menos não perdi nenhum lugar”, congratulou-se
Já Gustavo do Canto destacou a “prova muito positiva, dentro das melhores expectativas nos três segmentos”, algo que o deixou “muito satisfeito”, apesar de ter terminado em sofrimento, com os pés ensanguentados de forma que o obrigaram a ser assistido na enfermaria.
“Na última volta da corrida foi muito a sofrer, literalmente sangue, suor e lágrimas”, disse o 18.º classificado em Pontevedra, “certo” de que tem a capacidade de sofrimento dos futuros campeões.
Por fim, Cassilda Carvalho, 26.ª nos sub-23, congratulou-se pelo facto de ter “superado” das suas expectativas, depois de uma “natação dura”, de “cooperação no ciclismo” e o tentar “controlar” na corrida, assumidamente o seu segmento que mais pode ainda evoluir.
“Agora é continuar a trabalhar, ainda há muito para trabalhar, como é óbvio. Se acreditar, um dia talvez possa conseguir chegar às medalhas. Não estou nada desiludida por não o ter conseguido hoje. Estou mesmo muito contente”, completou.
Ao fim do segundo dia de competição, Portugal tem a medalha de prata do júnior Dinis Ferreira e a de bronze de Filipe Marques, na classe adaptada de PTS5.
