“Não posso dizer que estávamos ou não à espera deste resultado, pois viemos para esta prova sem pressão nenhuma, só para darmos o melhor que tínhamos. Éramos uma das equipas mais jovens, com dois juniores e dois sub-23 de primeiro ano. Todos deram o seu melhor, estamos orgulhosos e satisfeitos com o resultado”, sublinhou à Lusa Catarina Santos, 30.ª na competição individual, na quinta-feira.
O quarteto luso, dos mais jovens em competição, uma vez que os dois elementos sub-23 cumprem o primeiro ano neste escalão, completou o seu desafio em 1:12.00 horas, a 4.15 minutos da França, que superou a Hungria, prata, por 14 segundos, e a Espanha, bronze, por 24.
“No geral, foi uma boa experiência para nós, enquanto equipa, ainda muito jovem. Somos todos bastante novos e ainda temos muito para aprender, mas estamos a evoluir e isso vai notar-se cada vez mais. Tenho a certeza de que, na próxima, vamos fazer ainda melhor”, acrescentou José Ferreira, 12.º na prova individual de sub-23.
A sub-23 Cassilda Carvalho iniciou o percurso, seguindo-se os juniores Dinis Ferreira (medalha de prata individual no seu escalão, na quinta-feira) e Catarina Santos, fechando com José Ferreira.
Os sub-23 Matilde Santos, que abandonou a prova individual devido a indisposição, e Gustavo do Canto, que concluiu o evento de singulares com ambos os pés ensanguentados, não foram opção na equipa de Portugal.
Às 17:00 (horas de Lisboa), disputa-se a derradeira competição em Pontevedra, a finalíssima de Elites, para a qual Vasco Vilaça parte na liderança do ranking mundial e Ricardo Batista em terceiro.
