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Mundiais de Triatlo: Vilaça e Batista elevam para 20 os pódios de Portugal

Vasc Vilaça conquistou título
Vasc Vilaça conquistou títuloSL Benfica

O título mundial de Vasco Vilaça, o segundo nas Elites, depois de Vanessa Fernandes em 2007, e o bronze de Ricardo Batista elevaram este domingo para 20 os pódios de Portugal em campeonatos do Mundo de triatlo.

Antes de atingir em Pontevedra um dos maiores sonhos da carreira, que só pode ser superado pelo título olímpico, o desportista de 26 anos já havia conseguido três medalhas séniores e uma em júnior, quando foi vice-campeão em 2017.

O amadorense havia sido prata em 2020, em prova única em ano de covid-19, bem como em 2023, na única edição em que houve mundial na distância de super-sprint: neste caso, em Hamburgo, Alemanha, com especificamente 300 metros a nadar, 7,5 quilómetros de ciclismo e 1,75 quilómetros de corrida.

Em 2025, Vasco Vilaça chegou à superfinal da Austrália em segundo lugar, disposto a destronar Matthew Hauser, porém foi quinto e saiu de Wollongong um degrau abaixo, com o bronze dos Mundiais.

A histórica rivalidade com Hauser, campeão do Mundo em 2025 e que defendia o cetro em Pontevedra, começou em 2017, quando este sonegou ao português o título mundial júnior.

Hoje, Vilaça destronou Hauser e, em ano épico para Portugal, Ricardo Batista foi medalha de bronze, com o quarto lugar na superfinal de Pontevedra.

Na categoria sub-23, Portugal não tem medalhas de ouro, ao contrário dos juniores nos quais Anais Moniz foi campeã em 2005, Ricardo Batista em 2019 e o irmão João Nuno Batista em 2023.

Ao todo, Portugal conquistou 20 medalhas em Mundiais de triatlo, cinco de ouro, oito de prata e sete de bronze, sendo sete em seniores, cinco em sub-23 e oito em juniores.

Vasco Vilaça é o triatleta português mais medalhado em Mundiais, com cinco pódios, seguido de Vanessa Fernandes com três, sendo que Ricardo Batista, o irmão João Nuno Batista, Mélanie Santos e Maria Tomé têm dois.

Curiosidade o facto de Ricardo Batista ter sido campeão do Mundo júnior em 2019 e o irmão João Nuno Batista lhe seguir as pisadas em 2023, já depois de ter sido prata em 2021.

No Paratriatlo, Filipe Marques contribui com dois bronzes, em 2024 e 2026, o mesmo metal que conquistou nos Jogos Paralímpicos Paris2024, embora só este ano esse lugar tenha sido confirmado, após desclassificação de um adversário brasileiro, por doping.

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