1. Tadej Pogačar — Mais de 60 milhões de euros (no ativo)
A superestrela eslovena assinou um dos contratos mais lucrativos da história do ciclismo, que lhe garante cerca de 8 milhões de euros por ano até 2030 com a UAE Team Emirates. Somando salário, patrocínios (com Colnago e Richard Mille, entre outros), merchandising e prémios, estima-se que em 2025 os rendimentos totais de Pogačar ultrapassaram os 12 milhões de euros.
2. Peter Sagan — 50 milhões de euros
O showman eslovaco nasceu para ser uma figura mediática, graças ao seu carisma e personalidade, além da sua regularidade inigualável (três títulos mundiais, sete camisolas verdes). No auge, Sagan foi o ciclista mais bem pago do mundo, chegando a receber até 6 milhões de euros por temporada. Os seus contratos mais notáveis foram com equipas como Liquigas–Doimo, Tinkoff, Bora–Hansgrohe e Team TotalEnergies.
3. Chris Froome — 45–50 milhões de euros
Com quatro Tours de França, um Giro de Itália e duas Vueltas, Chris Froome garantiu um lugar entre os ciclistas mais bem pagos. A sua longa passagem pela Team Sky/Ineos já lhe rendeu milhões, mas o contrato de destaque com a Israel-Premier Tech — avaliado em cerca de 5 milhões de euros anuais durante cinco anos — consolidou a sua posição entre os mais ricos de sempre.
4. Alberto Contador — 30–35 milhões de euros
“El Pistolero” foi a grande referência das Grandes Voltas entre 2007 e 2015, recebendo uma remuneração de excelência por isso. Diz-se que chegou a receber uma proposta de 8 milhões de euros anuais no seu melhor período, um valor astronómico para a época. Além disso, geriu uma carteira de ações e ETFs, como demonstrou a sua participação em iniciativas de trading com o Saxo Bank durante a carreira.
5. Lance Armstrong — 25-30 milhões de euros
No início dos anos 2000, Lance Armstrong chegou a ganhar entre 20 e 30 milhões de euros por ano, combinando salário de equipa, prémios e patrocínios globais de marcas como Nike, Trek, Subaru e Oakley. Após a confissão de doping em 2012, a sua fortuna diminuiu consideravelmente devido a acordos legais, indemnizações e perda de patrocínios, embora tenha conseguido preservar parte da sua riqueza, graças a investimentos anteriores.
6. Bradley Wiggins — 20–25 milhões de euros
Bradley Wiggins tornou-se um ícone nacional, ao ser o primeiro britânico a vencer o Tour de França em 2012, ano em que também conquistou o ouro olímpico em Londres. Os seus contratos com a Sky garantiram-lhe pelo menos 3–4 milhões de libras por temporada, enquanto patrocínios de Adidas, Jaguar, Oakley e Fred Perry acrescentaram milhões à sua conta bancária.
7. Mark Cavendish — 20 milhões de euros
O “Manx Missile” tornou-se uma figura de destaque, habitual portador da camisola verde, dominando os sprints durante mais de uma década. Com nada menos que 165 vitórias na carreira, incluindo o Mundial de Estrada de 2011, Cavendish assinou contratos com as melhores equipas e marcas de bicicletas e vestuário desportivo, o que lhe permitiu receber entre 2 e 3 milhões de euros por temporada na sua melhor fase.
8. Primoz Roglic — 15–20 milhões de euros (no ativo)
O antigo saltador de esqui, convertido em campeão de Grandes Voltas, conquistou três Vueltas, um Giro e o ouro olímpico, tornando-se um nome incontornável no ciclismo europeu. Em 2023, Roglic protagonizou uma transferência de grande destaque para a Bora-Hansgrohe, onde, segundo se informa, aufere um salário base de cerca de 4,5 milhões de euros por temporada, consolidando o seu lugar entre os ciclistas mais bem pagos do mundo.
9. Greg LeMond — 13–15 milhões de euros
Greg LeMond, que alcançou fama mundial ao vencer o Tour de França por apenas oito segundos em 1989, foi pioneiro ao assinar contratos milionários para ciclistas quando, em 1990, rubricou um acordo com a Team Z por quase 2 milhões de dólares anuais, mais do que muitos futebolistas de elite recebiam na altura.
10. Miguel Induráin — 10–12 milhões de euros
O vencedor do Tour de França por cinco vezes foi o ciclista europeu mais bem pago dos anos 90. Miguel Induráin construiu a sua fortuna, estimada em 20–25 milhões de dólares em meados da década de 2020, sobretudo graças aos seus cinco Tours consecutivos (1991–1995), salários elevados (de 1 a 1,5 milhões de dólares anuais em média) e contratos de patrocínio.
