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Pepe Bordalás: "Não dou grande importância a um sindicato criado por quatro amigos"

Pepe Bordalás, treinador do Getafe
Pepe Bordalás, treinador do GetafeRICARDO LARREINA / SPAIN DPPI / DPPI VIA AFP

O treinador do Getafe, Pepe Bordalás, falou aos meios de comunicação na antevisão da primeira mão da eliminatória da Liga Conferência frente ao Partizan, e abordou a polémica de arbitragem após a estreia na LaLiga.

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Pepe Bordalás referiu-se ao comunicado da AESAF, que o criticou após o Alavés-Getafe.

"Um sindicato criado por quatro ou cinco amigos não lhe dou grande importância. Fico-me pelas palavras do Fran Soto, que disse que as imagens não esclareciam se era vermelho, portanto sempre nos disseram que quando não está claro não se retifica”, afirmou.

Questionado sobre uma possível simulação, reagiu: "Não sei, acho que não é justo, não é contundente e estão a apontar-me dessa forma. Não dou grande importância. É um sindicato que está bem, mas amanhã faço um sindicato com vários treinadores e começo a apontar para outros. Não há problema em reconhecer os erros. Os técnicos reconhecem-no, os jogadores sabem-no e os árbitros deviam reconhecê-lo”.

Virar a página

O técnico alicantino prefere virar a página e focar-se no Partizan.

"O jogo está esquecido, estivemos a analisá-lo, a corrigir erros, estamos focados na eliminatória contra o Partizan, é vital para nós, vejo a equipa bem, vai ser um jogo complicado, uma eliminatória difícil. Já passaram por várias pré-eliminatórias, isso dá-lhes uma enorme motivação, a nós também. É uma equipa que já mostrou muito boas sensações nas eliminatórias que disputou. Temos muita ambição, ontem foi possível ver isso com os nossos adeptos”, afirmou.

E acrescentou sobre possíveis consequências: “Não vou comentar, já dei a minha opinião. Não estamos a pensar nisso, não tenho qualquer tipo de preocupação, respeito sempre toda a gente”.