Recorde as incidências da partida
"Queria agradecer a este público que esteve presente e entusiasmado com a nossa campanha. É uma grande frustração e deceção. Fizemos as alterações que achámos necessárias perante um adversário a atuar em bloco baixo. O Arrascaeta poderia dar-nos qualidade no jogo entre linhas. Arriscámos com outros jogadores, mantivemos elementos como o Paquetá perto da baliza e apostámos no Bruno Henrique e no Plata. Eles fecharam as linhas e não conseguimos ter a presença na área que pretendíamos", assumiu após o final do encontro.
"Criámos duas situações de golo, mas não fomos capazes de fazer mais, fruto também da postura do adversário, que fez uma grande campanha e só tinha perdido connosco na fase de grupos. Não conseguimos finalizar e nos penáltis as coisas não correram a nosso favor", sustentou.
Sobre as escolhas para as grandes penalidades, Leonardo Jardim defendeu as opções.
"O futebol tem uma regra simples: só falha quem marca. Não escolhi pelo receio, coloquei os jogadores mais consagrados, habituados a bater penáltis no clube e, muitas vezes, na seleção. Durante a semana tivemos treinos em que muitos deles tiveram 100% de eficácia nas séries de três. Não sou eu que vou ensinar atletas deste nível, com centenas de jogos, como devem bater. Cada um assume a decisão e o responsável é sempre o treinador", atirou.
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