Conquistou 12 Grandes Prémios ao longo da carreira e sagrou-se campeão do mundo em 1980, seguindo os passos do seu compatriota Jack Brabham.
"Estamos profundamente consternados por anunciar a morte do nosso querido Alan, que morreu a 5 de novembro após uma breve doença", refere um comunicado divulgado em nome da sua mulher, Amanda Butler-Davis, segundo a ABC.
"Alan dedicou a sua vida ao desporto automóvel, construindo um legado que perdurará através das inúmeras pessoas que marcou ao longo do seu percurso", prossegue o comunicado.
Alan Jones, filho de um excelente piloto dos anos 50, partiu sozinho para Inglaterra para tentar a sua sorte sem um tostão, na sequência da falência do pai.
Muito desenrascado, estreou-se na F3 em 1969, mas teve de esperar seis anos para se estrear na F1 pela Williams e construir um palmarés de 12 vitórias e 24 pódios. Terminou a carreira desportiva em 1986.
O Grande Prémio da Austrália homenageou um piloto que "ocupa um lugar especial na história do nosso desporto".
"O seu título de campeão do mundo em 1980 inspirou toda uma geração de adeptos australianos do desporto automóvel. A sua vitória no Grande Prémio da Austrália nesse mesmo ano continua a ser a última vez que um piloto australiano venceu o seu Grande Prémio nacional", indicou a instituição num comunicado.
