O tunisino, de 45 anos, sucede a Hervé Renard, cujo mandato como selecionador nacional se limitava ao final do Mundial de 2026 e que tinha assumido o cargo no lugar de Sabri Lamouchi, demitido após o primeiro jogo, que terminou com uma goleada de 5-1 sofrida frente à Suécia.
O novo selecionador assinou um contrato válido para os próximos quatro anos, num ciclo que apanha o Mundial-2030, coorganizado por Portugal, Espanha e Marrocos, estando ainda previstas três partidas comemorativas do centenário do evento serem disputadas na Argentina, no Paraguai e no Uruguai.
Moïne Chaâbani, antigo treinador do Espérance Tunis, conquistou dois títulos da Liga dos Campeões da Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2018 e 2019, antes de seguir carreira no Egito e, posteriormente, em Marrocos, onde comandou com sucesso o Berkane.
A Tunísia foi a quarta e última classificada do Grupo F do Mundial-2026, ganho pela Espanha, somando derrotas com Suécia, Japão e Países Baixos.
