Recorde aqui as incidências do encontro
O arranque do 3.º Ato desta rivalidade não desiludiu. Em Denver, o equilíbrio foi a nota dominante, mas a experiência dos Nuggets acabaram por fazer a diferença no fecho do encontro.
Se havia dúvidas sobre como travar Nikola Jokic, Julius Randle já tinha avisado que seria preciso "ligar a Deus". Em campo, o sérvio foi diabólico: somou mais um triplo-duplo para a vasta coleção, com 25 pontos, 13 ressaltos e 11 assistências, controlando o ritmo da partida a seu bel-prazer.
No entanto, o título de melhor marcador da noite pertenceu a Jamal Murray. O base dos Nuggets registou 30 pontos, aparecendo nos momentos em que a bola mais queimava, especialmente quando Minnesota tentava encurtar a distância através da agressividade de Rudy Gobert nas tabelas
Do lado de Minnesota, Anthony Edwards ignorou as queixas no joelho e foi a principal unidade ofensiva com 22 pontos, 9 ressaltos e 7 assistências, bem secundado pelo duplo-duplo de Gobert (17 pts, 10 res). Contudo, a profundidade do plantel de Denver fez a diferença
Os reforços Jonas Valanciunas e Cam Johnson (12 pts) deram à equipa de Michael Malone uma estabilidade que os Wolves não conseguiram igualar. Aaron Gordon (17 pts) e Christian Braun (12 pts) foram fundamentais a secar as segundas linhas de Minnesota, garantindo que o Jogo 1 ficasse nas montanhas do Colorado.
As duas equipas voltam a encontrar-se na madrugada de segunda para terça-feira, novamente em Denver, para o Jogo 2 desta série.
