Recorde as incidências da partida
Na vitória do Real Madrid em Elche, os jogadores usaram uma camisola com uma mensagem de apoio aos habitantes da cidade de Ceuta, afetada por uma crise migratória. Uma iniciativa aprovada pela LaLiga. No entanto, três jogadores só a usaram parcialmente e, por isso, não exibiram a referida mensagem: Ibrahima Konaté, Vinícius Júnior e Kylian Mbappé.
Este episódio provocou inevitavelmente agitação no mundo do futebol, e talvez também fora dele. A reação do capitão da seleção francesa foi dada ao meio de comunicação espanhol AS.
"Foi decisão dos clubes usar esta camisola. Nós, jogadores, tínhamos de a usar. Quero, antes de mais, expressar toda a minha solidariedade para com Ceuta e todas as vítimas. Porque antes de ser jogador, sou um ser humano. Mas também quis fazer um gesto e demonstrar a minha simpatia por todos os migrantes que perderam a vida e por aqueles que ainda vivem em condições difíceis."
Determinado a não ofender ninguém, o avançado do Real fez tudo para apaziguar a situação.
"Não foi uma posição fácil, longe disso, porque podia parecer que estou contra os habitantes de Ceuta, mas não, de todo. Não tenho nada contra eles, apoio-os a 100%. Mas também quis pensar em todas as pessoas que sofrem, porque, no fim de contas, sou humano e não quero dar prioridade ao sofrimento. Há pessoas que sofrem, e deixa-me muito triste ver isso no mundo. Sou alguém que deseja o melhor para o mundo em que vivemos. Quero transmitir uma mensagem de positividade e de paz, e espero que esta situação se resolva rapidamente."
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