Acompanhe a final da Libertadores no Flashscore
No dia 28 de novembro, as duas equipas vão entrar em campo no Estádio Centenário, em Montevideu, no Uruguai, repetindo o cenário da final de 1968.
Na altura, o Estudiantes venceu a primeira mão por 2-1, em La Plata, mas o Palmeiras reagiu e triunfou por 3-1 na segunda mão, no Pacaembu. Como o regulamento não tinha em conta a diferença de golos para determinar o campeão, foi necessário disputar um terceiro encontro, realizado no Estádio Centenário, em Montevideu. Os argentinos venceram por 2-0 e conquistaram o troféu pela primeira vez.
Para o Palmeiras, foi a segunda derrota numa final da Libertadores, depois de ter sido vice-campeão em 1961, frente ao Peñarol, também do Uruguai.
Décadas depois, o emblema brasileiro prepara-se para disputar a oitava final da sua história na Taça Libertadores, com o objetivo de conquistar o quarto título, depois dos triunfos em 1999, 2020 e 2021.
Já o Estudiantes chega à sexta final com um historial quase perfeito: conquistou o troféu em quatro das cinco decisões anteriores, em 1968, 1969, 1970 e 2009, tendo perdido apenas em 1971, frente ao Nacional, do Uruguai.
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