"A AFC manifesta a sua solidariedade com a UEFA e a CONCACAF ao expressar sérias preocupações relativamente à proposta da FIFA de introduzir investimento privado nas competições emblemáticas da FIFA", afirmou o organismo sediado em Kuala Lumpur num comunicado.
"O facto de a situação ter chegado a um ponto em que a possibilidade real de um boicote ao Campeonato do Mundo passou a fazer parte do debate público deve preocupar todos aqueles que se preocupam com o futuro do nosso desporto", afirmou a AFC, que representa 47 países membros, incluindo a Austrália, a China, o Japão e a Arábia Saudita.
A AFC torna-se na terceira confederação a assumir uma posição pública contra a FIFA depois da UEFA (Europa) e CONCACAF (América do Norte, Central e Caraíbas).
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Após uma reunião na madrugada de sexta-feira, os 41 membros da CONCACAF aprovaram por maioria um comunicado em que é revelada a perda de confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA.
Desta forma, os planos para vender participações do Mundial ficam em sério risco. Neste momento, 143 das 211 associações que compõem a FIFA anunciaram um voto publico contra, o que impede o consenso necessário para que a mesma seja aprovada.
